Na andança percebi que cada um trás consigo grande bagagem. Não se pode julgá-la como sendo boa ou má,
depende do destino aonde se quer chegar, depende dos recursos que lhe foram
fornecidos e quão rudimentar era a sua morada. Portanto, não me importa se é
bela ou feia, pesada ou leve, a bagagem é fruto do caminhar, mas são as experiências
que frutificam o caminhante. A bagagem mostra de onde viemos, mas o caminhante nos
mostra aonde quer chegar.
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