sábado, 8 de setembro de 2012

Enviado.



Aquilo que a mantinha tornou-se dor.
No meio daquela noite opressora, entre lágrimas que corriam pela sua face, foi amparada. Não havia ninguém ali, só ela e seu pesar, mas mesmo assim sentia-se resguardada. Quem poderia fazê-lo se estava só? Seria então um enviado do Senhor. E ele a alimentava com paz. E de seus tensos músculos se desfizeram os nós.

 Mas como pode um anjo ali estar, tão disposto e somente para lhe ajudar? Então lembrou-se do seu pedido feito em oração, pediu a Deus um anjo guardião.


 
Renato Alvim - Anjo


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