Aquilo que a mantinha tornou-se dor.
No meio daquela noite opressora,
entre lágrimas que corriam pela sua face, foi amparada. Não havia ninguém ali,
só ela e seu pesar, mas mesmo assim sentia-se resguardada. Quem poderia fazê-lo
se estava só? Seria então um enviado do Senhor. E ele a alimentava com paz. E de
seus tensos músculos se desfizeram os nós.
Mas como pode um anjo ali estar, tão disposto
e somente para lhe ajudar? Então lembrou-se do seu pedido feito em oração,
pediu a Deus um anjo guardião.
Renato Alvim - Anjo

Nenhum comentário:
Postar um comentário